LUNDA TCHOKWE NEWS

 

Activista Político do Manifesto António Txichicussula condenado pelo Regime JES-MPLA a dois anos
 com a pena suspensa, que deverá pagar uma multa de 45.000,00 Kz de caução

6 September 2011

No dia 7 de Fevereiro de 2011, a Policia do Comando Municipal de Lukapa havia detido o cidadão António Txichicussula, por tirar fótocopias em documentos e Semanários editados em Luanda com informações sobre o Protectorado da Lunda Tchokwe.

O Activista do Movimento Reivindicativo da Autonomia Administrativa e Financeira efectiva do Estado da Lunda, ficou preso em condições péssimas e deshumanas numa salinha da Policia de Lukapa por mais de dois mês ilegalmente, porque na altura a Secção Municipal da PGR não havia legalizado a sua prisão.

Posteriormente, o Activista Membro da CMJSPLT foi transferido na cadeia da Kakanda no Dundo, onde se encontrava a caminho de 7 meses sem culpa formada e sem julgamento.

A questão da Lunda 1885-1894/1955-1975, que exigem do Governo Angolano uma visão rapida na sua solução, “Autonomia Administrativa, Económica e Jurídica”.

O Activista foi apresentado ao tribunal provincial da Lunda-Norte, onde foi julgado sem a presença dos advogados de defesa, contudo, o tribunal províncial condenou o mesmo por dois anos com a pena suspensa, porque deverá pagar pagar 45.000,00 kz de caução para poder estar em liberdade em sua casa.

A sentença teve lugar ontem dia 5 de Setembro de 2011.

Neste momento encontra-se hospitalizado o Activista Domingos Henrique Samujaia, com falta de medicamentos. No Kakanda continuam 7 activistas políticos do movimento do Protectorado da LUNDA ilegalmente presos ou condenados a uma lei 7/78 já revogada pela Assembleia Nacional em 2010.


REGIME JES-MPLA ESTA A FOMENTAR CONFLITOS ETNICOS NA LUNDA

September 2011

Fontes no Cuango e Cafunfo informaram que o Governo Angolano esta a fomentar conflitos étnicos entre os Lundas, Tchokwes, Pendes , Bangalas e Songos, dividir para reinar, ou seja conflituar as populações locais e distrai-los, tirando vantagens para os designios eleitorais de 2012.

Este conflito, visa a criação essencialmente do isolamento do Movimento do Protectorado da Lunda que reivindica legitimamente do Governo de Angola a “Autonomia Administrativo, Económico e Jurídico”, porque o governo sabe que as autoridades tradicionais estão apoiar esta luta pacifica do movimento e, a única forma para desviar atenção é a criação de conflitos étnicos e Tribais.

As mesmas fontes garantiram-nos que os Comandos da Policia do Cuango e Cafunfo, foram orientados para apoiarem um certo partido com bastante influência na região e, combater outros partidos que supostamente terão feito alianças com o Movimento do Protectorado da Lunda. Regedores e Sobas estão sendo coagidos para criarem intolerâncias contra partidos politicos, para os mesmos designios de 2012.

A fonte sabe que foram distribuidas (3) casas a supostos Sobas e Rei afectos ao Clâ do velho Kulagingo, e mais de 90 individuos da étnia dos pendes vindos da RDC foram instalados no Cuango, o que esta a provocar revolta da população local e até mesmo Regedores afectos ao MPLA, que neste inicio de semana 29 de Agosto de 2011, fizeram deslocar uma delegação junto do Administrador do Cuango, para que este explique o comportamento do seu governo.

A Sra Angêlica Humba Administradora Adjunto do Cuango, recebeu ontem a delegação dos Regedores, Rainha Muana Cafunfo e Sobas agastados com a situação, e ela ouviu destes, que vão mobilizar toda a população dos municípios de Xá-Muteba, Cuango, Caungula e Lubalo para no ano de 2012 absterem-se de irem votar, mesmo que o governo lhes venha a enganar com ofertas de Bicicletas, Motorizadas e roupas usadas.

Dizeram que se o Governador do partido dos Camaradas Ernesto Muangala aparecer vão ajustarem contas com ele, vão também destruir as supostas casas que atribuiram ao clâ do velho Kulagingo, os Sres Alex e Passos no Luzamba.

Também disseram que estão dispostos a correr qualquer risco, porque estão habituados com os massacres que o governo comete contra a população desta região, por isso nada mais lhes pode assustar.

Lamentaram o facto de no tempo colonial, os portugueses não se intrometiam no poder tradicional, conviviam harmoniosamente, o que hoje com o Regime do MPLA não acontece.

Fizeram lembrar a Sra Administradora que no ano de 2007, o Ministério da Admnistração do Território organizou uma reunião no Município do Quessua em Malanje com as autoridades tradicionais de Malanje, Moxico, Lundas Sul e Norte, e os respectivos Governadores e colocou-se ponto final a esta questão da liderança tradicional na região.

- “Este comportamento das autoridades governamentais angolanas nesta região é antigo, sempre fomentaram conflitos étnicos e tribais. Pagam feiticeiros, criam grupos de marginais que semeiam assassinatos, roubos e violam mulheres e crianças em fim”... – rematou a nossa fonte, que acrescentou – “Isto é violação de direitos humanos, que deve ser denúnciado”.

O fundo da descórdia é que o Regime JES-MPLA quer colocar um suposto REI da étnia Bangala para controlar os Sobas dos municipios acima referênciadas, sendo o mesmo da região de Cassange, estes simplesmente reconhecem o REI Muatchissengue Watembo, como manda a tradição dos Lundas.


MAIS UM RECLUSO MORRE NA CADEIA DA KAKANDA POR FALTA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E MEDICAMENTOSA


12 August 2011

O malogrado cidadão que em vida se chamou de UNGANA FILIPE, de 24 anos de idade, natural de lucapa, província da Lunda-Norte, faleceu esta terça feira dia 9 de Agosto de 2011, na cadeia da Kakanda no Dundo, por falta de Assistência Médica e medicamentosa ou por negligência da penitênciaria da Kakanda.

De acordo com a fonte que revelou o sucedido, o malogrado já andava doente há muito tempo e nunca foi levado para o tratamento ou a consultas médicas no Hospital Provincial. Muitos pedidos feitos a Direcção da Penitênciaria para a sua evuacuação ao Hospital Províncial, o único com condições, nunca foram atendidas.

O malogrado que foi ontem dia 11 de Agosto de 2011 a enterra junto da Comarca da Kakanda, porque os seus famíliares não tiveram condições para levar o corpo ao Municipio do Lucapa, havia sido condenado á 14 anos de prisão por tentativa de homicidio voluntário e de furto de uma motorizada em 2010.

A CMJSPLT, tem nesta unidade penitênciaria (7) Activistas condenados ilegalmente, dos quais 3 continuam doentes sem atendimento médico há cerca de 4 meses. O estabelecimento prisional da Kakanda, o seu posto médico tem falta de medicamentos e condições para o tratamento dos reclusos, tem também o problema da falta de alimentação e água potável de acordo com os patrões internacionalmente aceites.
 


 

Denúncia - Policia da Guarda Fronteira no Cuango acusada de estar a humilhar a população local

11 August 2011

A Policia da Guarda Fronteira no Cuango, esta a humilhar a população. Relatos vindos naquela localidade confirmam isso mesmo. Um destacamento da PGF instalou-se entre o Municipio do Cuango e o Municipio de Caungula, no rio Lué na aldeia do Soba Muhinhi.

A população acha que não existe nenhuma razão para que o Governo Angolano instale unidade da policia de fronteira entre municipios, o local desta policia é na fronteira com a República Democrática do Congo e não no interior da mesma província.

De acordo com a fonte que pediu anonimado, esta policia, o seu lugar é procurar estrangeiros, e não dedicar-se a impedir pessoas e bens entre o Cafunfo e o Caungula.

Um Soba local que pediu, não identificar publicamente o seu nome, “disse que a PGF no rio Lué esta a obrigar as pessoas a se desnudar para revistas, colocam dedos no intimo das senhoras, mandam impinar os homens para serem revistados no trazeiro, recebem dinheiros, mas sabemos que o objectivo fundamental deles é a procura de diamantes”.

Um outro popular que se identificou com o nome de André mas conhecido por “Lito da Antena” no Cafunfo, disse –nos que, aquilo que ele vê na Província da Lunda-Norte, não tem justificação, dá-nos o exemplo da PGF no rio Lui, onde a escasos Km existem dois controlos , entre a província de Malanje, o que não acontece entre a Lunda-Norte e Lunda-Sul no Cacolo ou entre o municipio do Dala com a Província do Moxico.

A senhora Maria Mutambuleno, que ja sofreu cerca de 6 revistas na mesma localidade do rio Lué, pergunta se este comportamento não é violação de direitos de liberdade a livre circulação no interior da província e de privacidade. Ela disse que, é horivel sujeitar-se aquele tipo de revistas. Questiona se o Governo tem conhecimento do que se esta a passar aqui no Cuango e Caungula.


 

Violação de um direito a vida!

2 August 2011

A injustiça e a falta de sensibilidade humana a favor da vida, é o que estamos a asistir do Poder Judiciario Angolano em relação aos membros , Activistas Politicos do Movimento do Protectorado da Lunda, que há mais de 4 meses se encontram doentes na cadeia da Kakanda, Dundo, Lunda-Norte.

Varios apelos foram feitos, inclusíve da Amnistia Internacional que apelou ao Ministério da Saúde, da Justiça, das Relações Exteriores e ao Governo Províncial da Lunda-Norte no pretérito mês de Junho de 2011, mesmo assim não foram atendidos estes apelos da comunidade internacional.

Continuam doentes, para além dos Activistas José Muteba, Sebastião Lumani e António da Silva Malendeca, agora também o Activista Domingos Henrique.

O estabelecimento prisional da Kakanda, inaugurado em Fevereiro de 2011, carece de condições médico medicamentosa para asistir doentes, tem falta de água e alimentação em condições e de energia electrica. A maior parte dos reclusos doentes, os familiares é que têm que recorrer ao mercado paralelo a procura de medicamentos.


Os mais de (7) Activistas do Movimento do Protectorado da Lunda, continuam ilegalmente presos, reféns de uma reivindicação a um direito legitimo “Autonomia Administrativa, Económico e Jurídico” da Lunda. Mesmo com a revogação do artigo 26 da Lei 7/78 e a interposição do “Habeas Corpus” pelos advogados de defesa da Associação Mãos Livres em Janeiro de 2011.


 

Activista António Txichicussula continua Preso desde Fevereiro de 2011 sem julgamento

7 February 2011

No dia 7 de Fevereiro de 2011, a Policia do Comando Municipal de Lukapa havia detido o cidadão António Txichicussula, por tirar fótocopias em documentos e Semanários editados em Luanda com informações sobre o Protectorado da Lunda Tchokwe.

O Activista do Movimento Reivindicativo da Autonomia Administrativa e Financeira efectiva do Estado da Lunda, ficou preso em condições péssimas e deshumanas numa salinha da Policia de Lukapa por mais de dois mês ilegalmente, porque na altura a Secção Municipal da PGR não havia legalizado a sua prisão.

Posteriormente, o Activista Membro da CMJSPLT foi transferido na cadeia da Kakanda no Dundo, onde se encontra a caminho de 4 meses sem culpa formada e sem julgamento.

A questão da Lunda 1885-1894/1955-1975, exigem do Governo Angolano uma visão rapida na sua solução. Não é com prisões arbitrárias e intimidações, compra de consciência dos seus membros que o Movimento do Protectorado da Lunda Lunda.

Nós previlegiamos o principio de diálógo aberto, pacifico, transparente e de uma participação alargada a Comunidade Internacional e dos Autores Morais ( PORTUGAL, BÉLGICA, FRANÇA, REINO UNIDO, ALEMANHA E O VATICANO) do Protectorado da LUNDA.

COMISSÃO DE GESTÃO DA CMJSPLT


Greve de fome na cadeia da Kakanda, Lunda-Norte

16 May 2011

Os detidos activistas do Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe, na cadeia da Kakanda na Lunda-Norte, iniciaram hoje dia 16 de Maio de 2011, uma grave de fome por tempo indeterminado.

A julgar pela injustiça e a ilegalidade de continuarem presos, por um crime contra a segurança de estado já revogado do artigo 26 da Lei 7/78.

Os grevistas de fome, Membros Activistas do Movimento Reivindicativo da Autonomia Administrativa e Financeira efectiva do Estado da Lunda Tchokwe, endereçaram uma carta aos Orgãos de Justiça da Provincia da Lunda-Norte e ao Tribunal Supremo, lembrando que não exige dois crimes no processo, por isso mesmo, se a maioria (34) já esta em liberdade, não encontram razões de eles permanecerem presos.

Neste memento, eles estão a enfrentarem várias dificuldades de varia ordem; a falta de alimentação condigna – uma refeição por dia e somente arroz simples, água potável, problemas de saúde e medicamentosa e de falta de energia electrica no estabelecimento Prisional da Kakanda.

Pedimos a todas as forças amantes da Paz, Instituições e Organismos de direitos Humanos, Comunicação Social, Igrejas e a sociedade civil no geral, que a vossa voz fale mais alto para libertação destes activistas. Encontram-se nesta condição os seguintes membros do Manifesto:

1. Sérgio Augusto
2. Sebastião Lumani
3. José Muteba
4. António Malendeca
5. Domingos Henrique Samujaia
6. Mário Muamuene
7. Domingos Capenda
8. Domingos M. Muatoyo – Prisão domiciliaria
9. Alberto Cabaza – Prisão domiciliaria

Comissão de Gestão da CMJSPLT, em Luanda 16 de Maio de 2011

Eng.º Gideão dos Santos
Soba Katapi


Prime minister of the United Kingdom of Lunda Tchokwe, incarcerated by the unelected Communist Regime of the MPLA
Primeiro Ministro da Corte Real Lunda Tchokwe, preso nas cadeias do Regime Dictatorial do MPLA

As manhas e artimanhas do ilegítimo Regime Marxista Leninista Comunista do MPLA
The political prisoners of Lunda Tchokwe in the prison of the unelected Communist Regime of the MPLA

3 October 2010

Fontes ligadas ao tribunal Provincial da Lunda – Norte, disse a CMJSPLT que o Dr.º Jota Filipe Malakito, será transferido de Luanda para o Dundo dia 8 de Outubro de 2010, onde vai enfrentar no dia 12 de Outubro a primeira sessão de julgamento, no processo N.º 3450 – B/2009 (Processo N.º 8001/2010 Tribunal Supremo) em que é acusado de “Crime contra a Segurança de Estado”, com mais 34 membros do Manifesto, todos detidos desde Abril de 2009.

Desta vez o Tribunal PLN, notificou o Advogado de defesa, Dr. Alberto Waka, que estar presente, embora ao longo dos 18 meses, não lhe foi dada a possibilidade de familiarizar-se com o processo, porque o poder judicial não permitiu que ele tivesse acesso ao mesmo.

Sabe-se também que o Juiz Sr Alexandré Sabastião Felix, veio a Luanda de Emergência para receber instruções das Autoridades do Regime do MPLA, ou a encomenda “possivelmente e como é de praxe”, da sentença que já se adivinha…

Acções de intimidação a População Lunda Tchokwe

Intimidation to the Population

Por outro lado, o Governador não eleito e ilegítimo da Lunda Norte, Ernesto Muangala, vem desde há 20 dias a fazer uma campanha em nível dos Municípios da Lunda Norte, advertindo as populações locais para não comparecerem no tribunal no dia de julgamento, esquecendo que o Dr.º Malakito e os pares são naturais de Cambulo e Dundo, seus familiares e amigos vivem nesta localidade. Esta campanha do Governador não eleito e ilegítimo da Lunda Norte, visa também chamar atenção aos Professores, Estudantes, Directores de Escolas e as Autoridades Tradicionais, aos quais já terá ameaçado de cortes salariais e outros benefícios se estes ousarem desafia-lo e comparecerem ao julgamento.

Os Comandos Provinciais da Policia Nacional do MPLA na Lunda-Sul e na Lunda-Norte, tomaram já as medidas de segurança para a partir do dia 7 de Outubro 2010, impedirem caravanas de viaturas com passageiros com destino a Cidade de Dundo, o Regime não eleito ilegítimo do MPLA teme que possa acontecer o pior, manifestações ou ânimos elevados da Nação Lunda Tchokwe onde todos estão já fartos da ocupação das suas terras pelo Regime não eleito e ilegítimo do MPLA.

Uma brigada da PIR – Policia de Intervenção Rápida, e um contingente das FAA-MPLA foi reforçado no Dundo, Cambulo e Lukapa. Medidas suplementares serão tomadas nos próximos dias. A população da Lunda Tchokwe depois de 35 anos de ocupação ilegal do MPLA esta farta e demanda a Independência e o retiro imediato das Tropas do MPLA da Lunda Tchokwe.


MPLA Regime political detainees held under non-existent law

17 January 2011

More than 30 Angolan detainees still imprisoned in appalling conditions under a vague security law overturned last year must be released, their relatives have told Amnesty International.

33 members of the "Commission of the Legal and Sociological Manifesto of the Lunda Tchokwe Protectorate" known as CMJSP - Lunda Tchokwe that peacefully advocated for autonomy of the Lunda Tchokwe region are still being held in Conduege prison in northern Angola, even though the sweeping security law that they were charged under was repealed in December 2010.

The now-repealed Article 26 of Law 7/78 criminalised “[a]ll and every act not foreseen in the law that puts at risk or put at risk the security of the state”, and was open to misuse by the authorities to arrest peaceful political activists and even human rights activists in some cases.

A detainee’s wife who spoke to Amnesty International on condition of anonymity said "The law no longer exists. How come [my husband] is still detained? If the law no longer exists they should let them come home.”

"I'm asking the government to let them go. The crime is no longer a crime."

"We've heard others have been released so why should he remain in prison?"

"They should let them go so they can return to their families… They’ve left us suffering without our husbands… Their children need them.”

The MPLA Communist Regime have given no response to lawyer’s appeals to free the CMJSP - Lunda Tchokwe members since the repeal of Article 26, nor provided any reason why they are still detained.

Human rights activists convicted under the law in other parts of the country have already been released since the repeal in December, but Amnesty International fears that CMJSP - Lunda Tchokwe members are being singled out for continued punishment.

The detainees are from a diamond-rich area in Angola’s eastern Lunda provinces. Amnesty International has received reports of human rights abuses from this region.

During 2010 one detained CMJSP-Lunda member died due to lack of medical treatment in detention, and 37 members of the group faced near starvation and appalling conditions while detained in the Conduege prison in Lunda Norte.

“We welcome the repeal of Article 26, but the Angolan authorities must now release without delay all those detainees originally detained under this now non-existent law” said Muluka-Anne Miti, Amnesty International’s Angola researcher.

The CMJS - Lunda Tchokwe was set up in 2007 to seek autonomy for the former Tchokwe Kingdom, which comprises the present day provinces of Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico and part of Kuando Kubango.


List of Abritary Arrests of Lunda Citizens by the Brutal Comunist non elected Regime of the MPLA

8 October 2010

No dia 8 de Outubro de 2010, na cidade de Dundo Lunda-Norte a Policia raptou mais outros 4 membros do Manifesto, que se encontram actualmente na cadeia do Condueje sem processo.

1.- Domingos Henrique "Samujaia"
2.- Domingos Capenda
3.- Paulo Muamuene
4.- Neves Catchabala

31 October 2010

Um membro do Secretariado Municipal da Comissão do Manifesto Jurídico Sociológico do Protectorado da Lunda Tchokwe, Sr Domingos Mucassa, foi raptado dia 31 de Outubro de 2010, no Municipio do Lucapa, Lunda-Norte.

De acordo com as nossas fontes, por volta das 17 horas do dia 31 /10/2010, 4 elementos afectos a Policia do Comando Municipal a paisana, chefiados por Sr António Tcififi, Investigador da Dircção Municipal, que penetraram no quintal da casa do Sr Domingos Mucassa, que se encontrava na companhia de mais duas pessoas. Colocaram as 3 pessoas com pistolas e começaram a baterar e a rasgar as roupas do Sr Mucassa.

Posteriormente revistaram a casa e somente levaram para a Unidade de Investigação Criminal o Sr Mucassa, enquanto continuavam a torturar o Sr pelo facto de ser membro afecto ao Manifesto e ter sido encontrado com os Semanários Folha8, Novo Jornal, Terra Angolana e Angolense com informações do Manifesto do Protectorado.

18 November 2010

Sobre o rapto de mais um membro do Manifesto da Lunda em Lucapa

1. Há pouco menos de 17 dias a Policia do comando municipal de Lucapa raptou o cidadão Domingos Mucassa, membro do Manifesto que continua detido na cadeia do Conduege. O numero total de membros de Manifesto do Protectorado da Lunda Raptos e detidos eleva-se agora para 44 pessoas, dos quais 4 já foram julgados e condenados a prisão efectiva de 4 á 6 anos.

2. Ontem dia 17 de Novembro de 2010, o mesmo comando municipal da policia nacional em Lucapa, raptou o membro do Secretariado municipal do Manifesto Sr Augusto Cazanguie tc Clemente, Filho de Sapami e de Maria Ukate natural de Kapaia. E de acordo com as informações recolhidas pela CMJSPLT, 4 elementos da policia compareceram ontem em casa do já raptado por volta das 6 horas, revistaram a casa sem nenhum mandato ou notificação e não acharam nada, em seguida o prenderam,
algemaram-no e o levaram para a esquadra onde continua detido.

3. Lembramos queo Mundo tem dois ordenamentos Jurídicos: o 1.º é, o DIVINO e, é o mais poderoso perene e imutável cujo o dono é o Altissimo ou, ser não contigente – DEUS.

4. O 2.ºé, o Artificial e mais agressivo ou positivo e, é o menos poderoso pelo facto de ser mutável cujo os donos são os Governantes ou seres contigentes e meros passageiros pelo facto de dependerem de DEUS, que aplicou a lei dos pés juntos – a Lei Zero. Como a LEI ZERO é comúm, ignorar o direito natural como fonte central da justiça real, ou proposito de DEUS é a mera ilusão dos homens. São estes dois ordenamentos Jurídicos que os cidadãos e os Estados adquirem o poder de exigir a alguém, uma coisa ou um acontecimento.

5. O Estado como fenomeno sócio-natural, é um direito subjectivo adquirido a DEUS e enquadrado ao ordenamento Jurídico Internacional.

6. Se a Europa que começou com os seus males não reconhecesse o valor DIVINO do direito natural, a Escravatura ou o sistema Colonial, a ONU e a sua carta, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, as convenções internacionais ou resoluções, a União Africana e a sua carta, os instrumentos internacionais e regionais esses que, jogam o papel do direito processual internacional aplicável aos estados com o fim de ordenar o mundo segundo o desejo de DEUS não existiam.

7. Na presencia de provas autênticas do direito constituito e violado, a politica subjogativa não funciona. É por isso que nos anos 1950 á 1960, fundou-se a FNLA, MPLA e UNITA, os pressupostos usados como causa das fundações destes movimentos, foram sem dúvidas, o direito natural e DIVINO que assistiam os seus fundadores e o direito internacional que condenou a presença de mais de 493 anos de Portugal que arrogantemente dizia que, ANGOLA era a sua província ultramarina
e, quando o direito internacional impôs-se sobre a arrogância Portuguesa, o sistema colonial Português em Angola desapareceu.

8. A nossa reivindicação é de um direito natural e DIVINO, a Autonomia Administrativa e Financeira efectiva do território da Lunda Tchokwe a leste de Angola, é um acto pacifico sem violência que assenta nos dois pilares solidos: o 1.º é, o do conceito Jurídico do Direito Internacional que concebeu o conceito de PROTECTORADO ou Estado Independente sob autoridade ou representação externa doutro estado mais forte e, o 2.º, são as provas autênticas sobre a Questão da LUNDA
1885-1894, os tratados e convenções e outros documentos em posse do regime nao eleito do MPLA desde 2007 e,as testemunhas ou os autores morais do Protectorado da Lunda Tchokwe; Portugal, Bélgica, França, Alemanha, Reino Unido e o Vaticano.

9. A Resolução desta Reivindicação reside no DIALOGO, não pode ser violenta, até porque o Regime nao eleito do MPLA não tem nenhuma prova sobre a violentação de quaisquer cidadãos nacionais, estrangeiros ou algum membro da ordem por parte dos membros da CMJSPLT em toda a extensão da Lunda ou em Luanda.

10. Não é com violência, nem com raptos ou intimidação não é com prisões arbitrárias ou outras formas que se vai parar ou acabar com este movimento reivindicativo. Não sabemos o que pretende o Regime nao eleito do MPLA com estes actos em vez de Dialogo, não se pode esconder uma cidade edificada sobre um MONTE.

11. As Sagradas Escrituras dizem -“Bem-aventurados os pobres de espirito, porque deles é o reino do Céu; Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos; Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de DEUS e Bem-aventurados os que sofrem perseguições por causa da justiça, porque deles é o reino dos Céus”.


Onde eramos 20, mas hoje já somos milhares, amanhã será tarde demais

17 October 2010

Aceitamos viver convosco numa paz permanente, com a graça de Deus. A doutrina e os mandamentos de DEUS são o amor, a sinceridade, a segurança e a Paz. Uma proposta de coexistência pacífica.

Mas defenderemos a nossa liberdade e dignidade até as últimas gotas de nosso sangue, nestes dias onde prevalesce os poderes do dominio. Tudo faremos para que esta primeira encarnação da Lunda Tchokwe tenha exito.

Também os Lundas sabem que, se pretendemos autodeterminação temos que conquistá-la, por meio de sacrificios e de entrega à causa comum, porque do Governo de Angola que ocupa a Lunda ilegalmente não veio nenhum sinal de esperança.

A nossa terra esta sendo pilhada, o seu meio ambiente destruido, as suas riquiezas estão sendo roubadas.

O Direito de um povo pode ser abafado, mas nunca é vencido por ser uma razão natural ou bênção de DEUS. A voz de um Povo é a Voz de DEUS, conflitos mal resolvidos nunca acabam.

Pela mesma razão 47 filhos Lundas, raptados na via pública continuam detidas nas cadeias do regime. Muatxihina Chamumbala Bonifacio foi morto e enterrado na vala comum sem justificação.

A história ensina-nos que nenhuma classe oprimida chegou ou pode chegar ao poder sem passar por uma ditadura. Estamos aprovar esta ditadura.

A maior obrigação é, sem dúvidas, dizer a verdade custe o que custar, sabendo nós que a verdade e a política nem sempre andam de mãos dadas, sendo já o desmentido um dos maiores recursos estratégico de quem está na política.

O MPLA ignorar e subestima o Povo Lunda Tchokwe.

Um povo digno do seu passado não pode tomar uma decisão diferente, aconteça o que acontecer, a chama não deve extinguir-se, porque o julgamento dos vencidos pelos vencedores nunca é imparcial.

As ideas totalitárias espalharam-se hoje em dia por muitas nações onde, no século passado eram aceites os ideais de liberdade e justiça.


Julgamento de membros do Manifesto foi adiado sem data
O Circo irespeitoso do MPLA com o Povo Lunda Tchokwe continua

Itengo, 12 Outubro 2010

1.º O Tribunal Provincial da Lunda-Norte, adiou hoje sem data o julgamento dos membros do Manifesto Jurídico Sociológico do Protectorado da Lunda Tchokwe, sobre o processo n.º 3450-A/2009, depois de os reclusos terem esperado 8 horas na sala de audiências e uma enorme moldura humana ter acorrido ao tribunal.

2.º Foram varias razões para o adiamento do julgamento que teve lugar hoje no Dundo, a ausência do Dr Jota Filipe Malakito, o recurso interposto no Tribunal Supremo pela CMJSPLT que originou o processo n.º 8001/2009, nos termos da lei, o Advogado de Defesa intentou uma acção de inconstitucionalidade, da qual corre os seus tramites legais, sob nrs 167/2010-A e 169/2010-C, junto do Tribunal Constitucional.

3.º Os nossos membros todos eles haviam sidos raptados pelo Comando Municipal da Policia Nacional do Cuango e Cafunfo em Abril de 2009, posterirmente foram transferido para a cadeia do Conduege no Dundo, onde se encontram detidos preventivamente há mais de 18 meses.

4.º Os arguidos estão indiciados no crime contra a segurança de Estado, artigo 26º da Lei 7/78. Mas existem também outras falsas acusações, como: queremos dividir o país e a existência de um falso exercita que nunca foi provado.

5.º A nossa defesa e a nossa reivindicação é “A Questão da Lunda 1885-1894” e o direito de Autonomia Administrativa e Financeira Efectiva, nos termos de sucessão colectiva e fundamentos Jurídicos dos tratados de Protectorado de 1885 – 1894, assinados entre Portugal e Soberanos – Muananganas Lunda Tchokwe, da Convenção de Lisboa de 25 de Maio de 1891, ractificado no dia 24 de Março de 1894 sobre a delimitação das fronteiras na Lunda e trocado no dia 1 de Agosto do mesmo ano, entre Portugal e a Bélgica sob mediação Internacional da França, na presença da Alemanha, Inglaterra e do Vaticano, tornando assim a Lunda em um Estado Independente e os tratados “Jus Cogens Internacional” – “Pacta Scripta Sunt servanda”. Portugal produziu moralmente a Lei N.º 8904/1955 de 19 de Fevereiro, a Lunda foi atribuida a letra “g” no contexto das Nações e o nosso Manifesto dirigido ao Governo Angolano no dia 3 de Agosto de 2007, a trocar a nossa própria independência por mero Estatuto de Autonomia Administrativa e Financeira Efectiva, de forma aberta, pública, Jurídica e transparente.

6.º Em Novembro de 2009, o mesmo Tribunal da Lunda – Norte e o mesmo Juiz, Dr Alexandre Felix Sebastião havia dito que este processo não era da sua competência, mas sim era da competência do Tribunal Supremo, o processo transitou ao TS em Luanda.

7.º Enquanto os tribunais não julgam e nem condenam, a policia continua a raptar os membros da CMJSPL, elevando agora o numero para 47 elementos. Neste final de semana, o Comando da Policia Nacional no Dundo raptou 7 membros do Manifesto, que ficaram algemados 72 horas, sem alimentação, sem água e não foram autorizados a fazerem necessidade fisiologicos. Estão detidos ilegalmente no Comando Províncial da Lunda – Norte.


Manhas e Artimanhas do Regime Ilegítimo Ditatorial do MPLA

4 Outubro 2010
Itengo, Capital do Reino Unido Lunda Tchokwe

A Comissão do Manifesto Jurídico Sociológico do Protectorado da Lunda Tchokwe, tomou conhecimento, que esta sendo forjada uma ala de subversão com a conivência do Regime não eleito do MPLA para contrariar as acções da actual direcção do Manifesto.

Uma Pedagoga da Universidade Agostinho Neto, traidora das aspirações legitimas e naturais do Povo Lunda Tchokwe, e um Deputado gentílico afecto a um Partido da Oposição, veio de Saurimo um Soba que atende pelo nome de “Vumbi” membro da Corte de Sua Alteza Real o Rei Don Muatchissengue Watembo com alguma simpatia com a Pedagoga e de um tal de Secretario do Rei da Lunda, ambos se encontram em Luanda desde o dia 28 de Setembro de 2010.

Os mesmos têm estado a realizarem reuniões em casa do Deputado já citado na vila Residêncial da Nova Vida em Luanda, com o objectivo de criar uma estratégia para depois apresentarem a um conhecido membro influente do Regime não eleito do MPLA que sempre esteve a contrariar a actividade do Manifesto.

O mesmo membro em 2008 terá introduzido a mesma Pedagoga e o mesmo Soba junto do Vice-Presidente do MPLA segundo a nossa fonte, como interlocutores validos do Manifesto.

Segundo a nossa fonte, receberam do seu interlocutor algumas garantias financeiras ou proposta de serem promovidos a cargos de Governamentais e outros benefícios. Dai o empenho da mesma para desmantelar a força que o Dr Jota Filipe Malakito tinha sob o processo. Parece-nos que a acção como não havia dado bons resultados, mesmo com o rapto do Dr Jota Filipe Malakito, esperou-se pelo momento do golpe, ou seja, condenar e assaltar a Direcção do Manifesto com reuniões secretas com alguns membros do Regime não eleito do MPLA que os havia prometido cargos governativos e benefícios caso eles conseguissem contrariar a actual Direcção.

Sabe-se também que o referido membro do MPLA e a Pedagoga são amigos com laços familiares de longa data. Em tempos a referida Pedagoga ofereceu ou transferiu uma soma de cerca de 120.000,00 Kz ao Soba a quem ela chama de seu Avô.

A mesma Pedagoga em círculos de amigos e de pessoas próximas, tem estado a manifestar-se que foi ela a mentora que permitiu que as forças do Comando da casa militar da Presidência da República rapta-se o Dr Jota Filipe Malakito.

A CMJSPLT sabe que para além destes, existem outros membros da referida ala, aquém foram prometidos cargos e outros benefícios se, de facto ajuntar-se a esta ala e aceitar aquilo que o Governo oferecer, sem reivindicar o desenvolvimento equilibrado das LUNDAS.
Aos membros do Manifesto, a População LUNDESA em geral, Solicitamos muita vigilância para este tipo de manobras, atinentes a inviabilizar o projecto da maioria em benefícios pessoais.

A Verdadeira Comissão de Manifesto é aquela que tem homens presos e condenados por causa da maioria que a comunidade internacional já conhece. O governo Angolano não deve fabricar em nenhum momento grupos falsos, alheios ao Projecto Reivindicativo original que tem o Dr.º Jota Filipe Malakito como seu representante.


News as of September 2010

The CMJSP is a political group set up in 2007 that seeks the administrative and financial autonomy of the  Lunda and Tchokwe Kingdoms, which comprises the present day provinces of Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico and Kuando Kubango. In 2007 they sent their manifesto to the MPLA unelected Dictator José Eduardo dos Santos with a view to having discussions about the autonomy of the Lunda and Tchokwe Nation, but received no response. The unelected MPLA Comunist Regime have accused the CMJSP of having a military wing but have presented no evidence to that effect.

A CMJSPL até hoje, ainda não teve acesso ao documento

Em 12 de Novembro de 2009, o Tribunal Provincial da Lunda-Norte, havia submetido o processo N.º 3450-A/2009 (proc n.º 8001 actualmente) ao Tribunal Supremo em Luanda, por aquela instância Províncial não possuir competências para o julgamento do referido processo.

De recordar, que o Dr.º Jota Filipe Malakito, foi raptado dia 14 de Maio de 2009, junto ao Banco de Fomento Angola – BFA no Bairro de São Paulo, por um comando de Serviços de Inteligência da Casa Militar da Presidência da República.

Na realidade não existe nenhum crime contra a segurança do Estado Angolano, porquando a CMJSPLT apresentou no dia 3 de Agosto de 2007, um Manifesto de Reivindicação da Autonomia Administrativa e Financeira efectiva da Lunda pelo facto de sermos Independentes desde 24 de Março de 1894 e por força jurídica dos tratados de Protectorado de 1885-1887 celebrados entre Portugal e os Soberanos Lunda Tchokwes e Portugal ter produzido a Lei nº 8904/1955. Angola Independente, não justificou a razão da presença dele na Lunda desde 1975.

Por falta da vontade politica do regime dictatorial do MPLA, a única saida é acusar a CMJSPL de estar a cometer crimes que lesa com a segurança do Estado ou de criação de algum exercito paralelo, depois de terem passado mais de 24 meses da vigência do Manifesto Reivindicativo e a sua públicação.

Esta acção do Governo nao eleito do MPLA, só vai é perpetuar a nossa coragem de lutar pacificamente até o alcance do nosso objectivo, atráves de instrumentos internacionalmente aceites.


PALAVRAS PROFERIDAS PELO PGR DA LUNDA-NORTE DURANTE O JULGAMENTOS DOS (3 ) MEMBROS DO MANIFESTO DR.º CELESTINO PAULO BENGUELA

Condoegi, Lunda-Norte, aos 22 de Setembro de 2010

Durante as sessões de julgamento que tiveram lugar no Dundo, com os filhos da Lunda Tchokwe e membros do Manifesto Jurídico Sociológico do Prptectorado da Lunda, o Dr.º Juiz e Procurador Provincial do Tribunal da Lunda-Norte, Sr Celestino Paulo Benguela, proferiu palavras graves para a convivência pacífica e salutar entre os povos de Angola, senão confira o que disse nesta carta que anexamos dos já condenados.

NAS SESSÕES DE JULGAMENTO

No dia 07 de Setembro de 2010, pelas 9 horas e 30 minutos, na sala do tribunal PLN, o Sr PGR proferiu as seguintes palavras:

-“ O chamado Protectorado da Lunda, tem a sua sede em Luanda desde 2007, encabeçado pelo “Bandido do Drº Jota Filipe Malakito”, ele tem um exercito com suas regiões constituidas e seus respectivos comandantes”.

Segundo as declarações do Drº Jota Filipe Malakito, diz que tem na sua posse documentos do protectorado da Lunda Tchokwe, mas ele ameaçou dizendo: “Se o governo agir com violência, também responderemos com violência”, razão pela qual querem dividir Angola, excluindo as 4 províncias do resto de Angola.

Angola é um país uno, indivisível, e que pretender o fazer, será punido por lei 7/78 de 26 de Maio...

Pois ficaram a saber que todos os vossos membros e outros Lundas que quiserem o aderir serão detidos e condenados, nós até podemos matar, não há nenhuma porcaria de Tchokwe ou Lunda que vai levantar a voz, seus separadistas e tribalistas, devem ser combatidos energicamente e o vosso crime e prisão ser maior entre 8 a 16 anos ou mesmo 24 anos.

Concluindo as suas esplanações, o Sr PGR da Lunda-Norte, Celestino Paulo Benguela, dizendo: “ Não existe em Angola nenhum território ou país da Lunda Tchokwe, onde vocés estavam em 1960 e em 1975, nós lutamos contra Portugal para que conquistassemos estas terras todas, depois da conquista ninguém deve questionar aquilo que o Governo do MPLA esta a fazer para o desenvolvimento, vocés não são nada com esse vosso protectorado, porque aqui já não é Portugal que esta a mandar, mas sim é o Governo do MPLA e ponto final”.

O Malakito, continuo dizendo o Sr PGR da Lunda-Norte , “foi formado em Cuba graças ao Governo do MPLA, foi colocado nas forças armadas e ser alguém graças ao Governo do MPLA, não seria ele a se rovoltar contra quem lhe abriu os olhos, sois mal agradecidos” – concluiu, numa sala onde estava uma dezena de estudantes e professores do Dundo convidados para asistir ao acto do julgamento que teve o seu fim dia 21 de Setembro de 2010, com as seguintes sentenças:

1.- Sebastião Lumani, Professor de profissão condenado a 6 anos de prisão efectiva;

2.- José Muteba, Professor de profissão condenado a 5 anos de prisão efectiva;

3.- António Silva Malendeca, Professor de profissão condenado a 4 anos de prisão efectiva;

RESPOSTA DOS SUBSCRITORES DA CARTA OU RÉUS

Durantes as sessões de julgamento que foram clandestinos, sem a presença da imprensa, sem a presença dos declarantes e do advogado de defesa Drº Alberto Waka, o Ministério Público aranjou um advogado oficioso que não conhecia os detalhes do processo, Drº Tchizeca, filho da Lunda, que nas sessões nunca disse nenhuma palavra.

- “ Afinal os nossos irmãos angolanos não gostam do povo Lunda, e, isso já conhecemos ao longo dos 35 anos da independência de Angola, hoje o senhor Celestino como PGR, acabaste de provar isso mesmo. Porque tanta raiva contra nós? Porque o Sr tem tanta inveja, será que alguma pessoa da sua família terá perdiso a vida na Lunda?..

O nosso processo é jurídico, não precisamos de criar nenhum exercito para reclamar democráticamente do Governo qualquer situação sobre a nossa terra conhecida mundialmente como o imperio da Lunda do Muatiânvua?

– Porque é que o sr fala com tanto ódio deste processo?, - onde é que esta a mentira deste processo de Protectorado?...O nome de Henrique de Carvalho, o livro da Expedição Portuguesa a Mussumba do Muatiânvua é também mentira, Senhor Juiz e Procurador?

- Sr Juiz e PGR, diga-nos desde quando é que existe os nomes de Xá-Muteba, Capenda Camulemba, Caungula, Itengo, Mwene Tchissuassua, Mujinga, Mwene Muxiko, Nzovo, Muatchissengue Watembo, Nhakatolo, Mbundas, Lunda Ndembo, Nganguela, Luvale, Muacandala, Muambumba e outros, para nos dizer que não conhece nenhum território chamado Lunda ? será que nós estamos loucos ?..

- Um juiz ou um defensor da causa do Governo deve agir com imparcialidade e, não deve agir como o senhor esta agir aqui no tribunal, parece-nos que o nosso assunto é da sua causa pessoal, e não da soberania de Angola.

Lembre-se senhor Dr. Celestino, PGR, que o artigo 7º da carta Africana, diz que ninguém deve ser preso por uma causa que a principio não foi considerado como crime, vocé que nos condena hoje, serás a mesma pessoa a nos dar liberdade, e este assunto deveria ser resolvido agora porque não vai terminar com as condenações.

Em todas as perguntas que fizemos, o Sr PGR não respondeu nenhuma delas.

Os subscritores condenados,

- Sebastião Lumani
- José Muteba
- António da Silva Malendeca


PRESO POLITICO - POLITICAL PRISONER

September 2010

O membro do Manifesto do Protectorado da Lunda Sr Arlnaldo Anónio Muagingo tc Santinho, detido na cadeia do Condueje desde Abril de 2009, onde aguarda por julgamento no processo N.º 3450-B/2009, do processo de recurso N.º 8001/2009 do Tribunal Supremo, foi internado no dia 13 de Setembro de 2010, gravemente doente nos cuidados intensivos do Hospital Provincial da Lunda-Norte.

Fontes Hospitalares, informaram a CMJSPLT, que o seus estado de saúde inspira grandes cuidados, devido a várias doenças juntas com maior predominância a málaria celebral.

A mesma fonte, disse que o estado avançado da doença deveu-se, a que o Estabelecimento Prisional não oferece condições de habitabilidade humana, não lhe foi prestada atempadamente os cuidados médicos necessários, concluiu.

Comissão do Manifesto Juridico Sociologico do Protectorado da Lunda Tchokwe em Luanda, aos 15 de Setembro de 2010.

Secretario Geral
Eng.º Don José Mateus Zecamutchima, MPLT


The Murderer of Tatinho Garcia Saianganhi 

12 September 2010

A citizen who was called Tatinho Garcia Saianganhi, son of Garcia and Saianganhi Lotina Xavier, born on 4 June 1990, Natural of the local Casa Branca, Luzamba Cuango province of Lunda-Norte, was shot dead at eight hours and 30 minutes of the day September 12, 2010 in the area of the river Cambamba Camazanga Cuango by a group of elements the MPLA Armed Forces stationed in the areas.

The deceased who was crossing the bridge, his body was thrown after into the water of the river Cuango. People who watched the murderous episode, informed that there was no voice contact of conversation between the deceased and the elements of the MPLA Armed Foces.

The Elder Soba Bungulo, told us that in recent months, has found in the woods dead bodies in a state of advanced decomposition and does not recognize the identity of the bodies. The victims are mostly young miners and women raped and killed and then thrown into the woods, "here in the Cuango region, we live in terror" - said the Elder Soba Bungulo.

Tatinho Garcia Saianganhi pelo MPLA

Um cidadão que em vida se chamava Tatinho Garcia Saianganhi, filho de Garcia Saianganhi e de Lotina Xavier, nascido aos 4 de Junho de 1990, natural da Casa Branca localidade do Luzamba Cuango Provincia da Lunda-Norte, foi morto a tiros pelas 8 horas e 30 minutos do dia 12 de Setembro de 2010, na zona da Cambamba Camazanga junto do rio Cuango, por um grupo de elementos das Forças Armadas Angolanas FAA, estacionadas na areas. O malogrado que estava de passagem pela ponte, depois de morto o corpo foi atirado na água do rio Cuango.

Populares que assistiram o triste episódio, dizeram que não ouve qualquer contacto de conversa entre o malogrado e os elementos das FAA.

O mais velho soba Bungulo, disse-nos que nos últimos meses, tem encontrado nas matas corpos de pessoas mortas em estado de descomposição avançado e não se reconhece de quem são as osadas. As vitimas são na sua maioria jovens garimpeiros e mulheres violadas e mortas e depois atiradas nas matas, "aqui na região do Cuango, vivemos terror" - desabafou o velho Bungulo.


Membros do Manifesto do Protectorados da Lunda Tchokwe condenados a 6 anos de prisão efectiva

21 September 2010

O julgamento dos três membros da CMJSP Lunda Tchokwe, detidos desde o dia 12 Fevereiro 2009, no Cambulo Nzagi Provincia da Lunda-Norte, com o processo n.º 157/2010 que teve início nos dias 8 e 11 de Junho 2010, deveria ter o seu desfecho terça feira dia 13 de Julho 2010, o que não aconteceu, porque não ouve audiência, o tribunal naquela data não justificou a razão do adiamento e nem havia sido marcado a data da proxima audiência.

O advogado de defesa é o Dr.º Alberto Waka, que não esteve presente em nenhuma das sessões anteriores de julgamento, porque o TP da Lunda-norte nunca o notificou.

Neste julgamento, os três arguidos, nomeadamente Don José Muteba, Don Sebastião Lumani e Don José António Malembela, haviam sido acusados de terem cometido crime de Vandalismo.

O que não era verdade, porquando haviam sido notificados para responderem a questões de rotina sobre o Manifesto do Protectorado da Lunda no Comando da Policia Nacional no Nzagi, e na Administração Municipal, onde imediatamente conheceram prisão sem crime.

Hoje dia 21 de Setembro de 2010, foram condenados a prisão efectiva de Crime contra a segurança do Estado do MPLA previsto no artigo 26º da Lei 7/78, com 6 anos para Don Sebastião Lumani, 5 anos para Don José Muteba e 4 anos para Don José António da Silva Malembela, o Advogado de defesa não esteve presente, não esteve presente também os declarantes.

O Juiz Dr.º Felix Sebastião, em Novembro de 2009, havia declarado que, não era da sua competência o julgamento do processo sobre o Protectorado da Lunda Tchokwe, nos termos jurídicos dos Tratados celebrados entre portugal e os Soberanos da Lunda de 1885 a 1887, nos termos da convenção de Lisboa de 25 de Maio de 1891 entre portugal e a Bélgica, ractificado no dia 24 de Março de 1894, sob mediação internacional da França e a observação da Alemanhã, Reino Unido e do Vaticano, que teve a troca de assinaturas no dia 1 de Agosto de 1894.


MINISTRO LEAL NGONGO VISITA CADEIA DO CONDUEJE E CONSTATA A VERDADE DO RELATÓRIO DA AMNISTIA INTERNACIONAL

Setember 2010

Ministro do Interior Leal Monteiro Ngongo e o Vice-Ministro Dino Martins para Serviços de Migração e Estarngeiros, visitaram a cadeia do Condueje na Lunda – Norte, certificaram a veracidade das alegações do relatório da AMNISTIA INTERNACIONAL, sobre as condições de vida dos reclusos naquela Unidade prisional.

Na mensagem de boas vindas, os reclusos reclamaram a visita tardia do Ministro aquele estabelecimento prisional, que já deveria ter acontecido mais cedo, para em seguida enumerarem as dificuldades e as insuficiências, desde a alimentação, água potável, alojamento, doenças e a falta de assistencia medico medicamentosa, aliás situação que este Blog já havia denúnciado oportunamente, igualmente o Advogado de defesa dos membros do Manifesto detidos preventivamente naquela unidade há mais de 530 dias, Dr.º Alberto Waka, também as denuncoiu.

Nesta unidade estão detidos actualmente 39 membros do Manifesto Jurídico Sociológico do Protectorado da Lunda Tchokwe, desde Abril de 2009, dois dos quais recém chegados, vindos do Municipio do Lukapa do mês de Julho de 2010, incluindo neste número o já condenado a 4 anos de prisão efectiva Sr. Sérgio Augusto, para além do Dr. Jota Filipe Malakito, Sr Domingos M Muatoyo e o Sr. Albero Cabaza na Comarca de Viana em Luanda.

Ainda sobre a mensagem de boas vindas a cadeia do Condueje ao Ministro Leal Ngongo e a sua Comitiva, os reclusos questionaram o Senhor Director Nacional Adjunto dos Serviços Prisionais, quando no dia 11 de Maio de 2010, disse aos orgãos da comunicação social, sobre os gastos feitos pelo estado angolano na alimentação diária nas unidades penitênciarias do país que apontavam a cifra de 22.000.000,00 Kz, o que quer dizer que cada recluso conssomia 1.157,00 KZ ou seja 15,00 USD/dia.

Na mensagem ao Ministro Leal Ngongo, os reclusos do condueje, apontam que esta informação naquela unidade não corresponde a verdade, “pois as refeições acontece uma vez em 24 horas, e não passa de arroz com feijão ou funji de milho com feijão...”

Pediram também ao Ministro que a unidade fosse contemplado com um Médico de medicina geral, um Psicológo para atendimento de casos de perturbações mentais e uma cisterna para água potável, o Governador Ernesto Muangala e o Juiz do Tribunal Provincial da Lunda – Norte, fizeram parte da Comitiva do Ministro do Interior a penitênciaria, conclui a mensagem que a Comissão do Manifesto teve acesso de uma fonte afecta aquela unidade prisional.


 

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